...Esta mensagem eu dedico aos meus anjos.....
Desejo a cada um(a) que este dia seja lindo, cheio de sonhos, de planos
e - muito mais, de realizações dos mesmos. Obrigado por vocês existirem!
O NOSSO ANJO
O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles,
o pequeno disse que iria andar
pelas estradas, até encontrar um anjo.
É uma boa idéia-falou a mãe. Irei com você.
Mas você anda muito devagar-argumentou o garoto.
Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia.
Afinal, ela podia andar muito mais
depressa do que ele pensava.
Lá se foram.
O menino saltitando e correndo
e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada.
Majestosa, puxada por lindos
cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda,
envolta em veludos e sedas,
com plumas brancas nos cabelos escuros.
As jóias eram tão brilhantes que
pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
Você é um anjo?
Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os
cavalos e a carruagem sumiu, na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira.
Ele esfregou os olhos e tossiu bastante.
Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira,
com seu avental de algodão azul.
Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino.
Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando.
Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele
não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho!
Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando,
até que chegou sua mãe e lhe enxugou as
lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
Você me carrega?
É claro-disse a mãe. - Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a
música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe
perguntou:
Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
--- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu...
Também são "anjos", todos os que na Terra se tornam guardiões dos seus amores.
São mães, pais, filhos, irmãos, amigos que em muitas ocasiões
renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam.
Às vezes, podem estar do nosso lado e não percebemos...
olhe bem ao seu redor....
procure seu ANJO
Desejo a cada um(a) que este dia seja lindo, cheio de sonhos, de planos
e - muito mais, de realizações dos mesmos. Obrigado por vocês existirem!
O NOSSO ANJO
O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles,
o pequeno disse que iria andar
pelas estradas, até encontrar um anjo.
É uma boa idéia-falou a mãe. Irei com você.
Mas você anda muito devagar-argumentou o garoto.
Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia.
Afinal, ela podia andar muito mais
depressa do que ele pensava.
Lá se foram.
O menino saltitando e correndo
e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada.
Majestosa, puxada por lindos
cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda,
envolta em veludos e sedas,
com plumas brancas nos cabelos escuros.
As jóias eram tão brilhantes que
pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
Você é um anjo?
Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os
cavalos e a carruagem sumiu, na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira.
Ele esfregou os olhos e tossiu bastante.
Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira,
com seu avental de algodão azul.
Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino.
Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando.
Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele
não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho!
Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando,
até que chegou sua mãe e lhe enxugou as
lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
Você me carrega?
É claro-disse a mãe. - Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a
música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe
perguntou:
Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
--- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu...
Também são "anjos", todos os que na Terra se tornam guardiões dos seus amores.
São mães, pais, filhos, irmãos, amigos que em muitas ocasiões
renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam.
Às vezes, podem estar do nosso lado e não percebemos...
olhe bem ao seu redor....
procure seu ANJO

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